na morte de Henri - Cartier - Bresson soou a trompete no coração , ouviu - se um tiro sem disparo , luz e sombra estavam no sitio certo , o povo anónimo pegou pelos cornos os traidores à sua cidade , comeu o que lhe restava de vísceras , contra um invasor desesperado um sò homem soltou o diafragma no momento exacto , uma lente estimada e um Zoom na consciência , atè a pedra ardeu em certas praças , mulheres e crianças ficaram estáticas , estátuas de guerra mais velhas sorriram ùteis , conquistou -se a liberdade e a honra imortalizada numa fotografia a preto e branco e revelada pelas lágrimas , a vida e arte deram as mãos novas , cerraram as últimas forças , dormiram juntas , ainda hoje as fontes jorram sangue e sèmen e às vezes a plebe sorve - as .
Bela natureza ,que tudo provèm,a força e a nossa vontade consciente è tudo oque temos
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